sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Escolha futura, decisão hoje

Por Clovis Renato Durans*  |  Consultores.com.br

Caminhos!!! Sim, existem muitos, uma infinidade de direções a serem seguidas, algumas tão óbvias que se sabe claramente qual o ponto de chegada, o que lá será encontrado, tanto coisas boas quanto coisas não tão boas. Caminhos obscuros, nos quais somente seguindo por eles pode-se saber como é seu percurso e o que está reservado em seu posto final.

Qual o momento de seguir nosso próprio caminho? O que tem maior relevância em nossas escolhas? O que realmente buscamos ao final de uma jornada? Vale a pena correr riscos ou melhor chegar a um ponto já sabido sem desgaste e correr riscos desconhecidos? Quem decide o amanhã somos nós, e isso acontece hoje.

Ainda na infância é chegado certo momento em que começamos a guardar em nosso subconsciente todas as informações que estão dispostas ao nosso redor, vemos e sentimos tudo, mesmo sem compreender e assimilar por completo todas essas informações, nosso banco de dados começa a ser formado. Começamos instintivamente a observar tudo que as pessoas fazem, como se vestem, o que gostam, o que falam, como falam, e todo o comportamento humano em seu cotidiano. Nessa fase nosso comportamento se espelha ao comportamento no qual estamos diretamente expostos, sendo esses bons ou não tão bons, pois não temos ainda em nós formado os primeiros fragmentos de nossa personalidade.

Mas é chegada dada hora em que esse efeito espelho começa a desaparecer, começamos a ser capazes de julgar o que realmente gostamos, o que mais nos agrada, o que nos chama a atenção, e é nesse momento que nossa personalidade começa a ser lapidada, nos levando a realidade de que todo ser humano é único e possui individualidades. A partir desse momento até o fim de nossas vidas a capacidade de escolha está em nossas mãos, é o momento em que escolheremos qual o caminho a ser seguido, qual a direção que norteará nossa vida futura em todos os âmbitos, sejam eles, pessoais, profissionais, religiosos, sexuais entre outros.

O momento de decisão é crucial na formação das pessoas como indivíduos dentro de uma sociedade, pois o caminho que escolhermos nos levará a sermos pessoas de bem ou não, porém em nosso percurso de vida existem muitas possibilidades e oportunidades de revermos o caminho no qual estamos direcionando nossa vida, podemos mudar de opinião, deslumbrar um novo objetivo, uma nova filosofia de vida e nada impede que possamos por vontade própria desviar nossa rota a um novo horizonte.

Cada pessoa possui em sua personalidade uma característica única na tomada de decisão, existem inúmeros fatores e condições que nos levam a certo momento a decidir nosso destino, pois nada, ou ninguém deveria decidir por nós nosso destino, sendo que este último subtrairia dos indivíduos sua liberdade de escolha, de expressão e sua própria individualidade.

Dentre os muitos perfis de escolha, podemos citar algumas como as que  estão mais presentes ao nosso redor, são eles:

Escolha racional: onde antes de decidir algo o indivíduo pondera todos os prós e contras dessa decisão, leva em conta todos os fatores e tenta minimizar ao máximo a margem de se tomar uma decisão errônea.

Escolha emocional: é a situação quem muitas vezes se deixa levar pelo momento, pessoas com sensibilidade aflorada tendem a tomar esse tipo de decisão, onde tem em vista sanar uma necessidade momentânea, onde muitas vezes pouco ou muito tempo depois é necessário rever essa decisão pois tende a se desenrolar não como o imaginado.

Escolha sem escolha: infelizmente certas situações levam as pessoas a fazerem escolhas nas quais não desejariam ter de fazê-las, forças maiores as fazem fazer tais escolhas, tendo assim mesmo que sem vontade própria arcar com as consequências dessa decisão.

Escolha por abdicação: onde o indivíduo abre mão de benefícios próprios para realizar o bem ao próximo, esta cada vez mais rara entre a sociedade dita moderna.

Existem muitas outras vertentes nas quais se possam alocar um ambiente de escolha, porém o mais importante é a razão de se tomar decisões corretas, onde as pessoas possam ser induzidas ao caminho do bem, a harmonia, da felicidade e que levem todos a formação de um mundo melhor, uma socieade mais justa, onde todos busquem um horizonte em comum.


*Sobre o autor: Clovis Renato Durans é graduado em Administração com ênfase em finanças e controladoria, MBA - Gestão de Projetos Inovadores Fundace/USP, estudos avançados em Gerenciamento de projetos com elegibilidade e certificação CAPM - PMI, estudos em Balance Scorecard.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Como deixar seus clientes nas nuvens

Os clientes já não escolhem mais apenas pela qualidade ou pelo preço, o diferencial agora é o relacionamento.

Por Daniel Huallem*  |  www.administradores.com.br

Muitos ainda repetem a máxima "a propaganda é a alma do negócio". Mas, será que nos dias de hoje, isso ainda é verdade? Afinal, o cliente não é mais aquela pessoa passiva, que recebe a comunicação das empresas, sem questionamentos e base de comparação. Hoje, o consumidor - categoria na qual eu também me incluo - está presente nas mídias sociais e dialoga com as marcas, busca a interação e usa esse retorno como um termômetro para fazer suas escolhas. E mais: o cliente de hoje escolhe e alardeia as suas preferências e frustrações para quem quiser ouvir, criando uma massa crítica que está muito além do poder de manipulação das empresas.

Produto é commodity e todo mundo sabe, já que o consumidor tem sempre muitas outras opções. Os clientes já não escolhem mais apenas pela qualidade ou pelo preço, o diferencial agora é o relacionamento. Além dos tão conhecidos "mandamentos do bom atendimento" - só prometa o que puder cumprir e cumpra o que prometer, respeite prazos, retorne as solicitações - entre tantos outros, o cliente quer, e precisa, ser surpreendido. Um bom relacionamento é o verdadeiro valor agregado que uma empresa, no mundo atual, pode oferecer. O profundo conhecimento do cliente e a capacidade de antecipar suas necessidades fazem a diferença na conquista e na fidelização do cliente.

As empresas precisam ter em mente que é o consumidor quem define quanto valem suas ofertas, avaliando a qualidade a partir do seu ponto de vista. Mas, como fazer para conquistar um cliente definitivamente? Descomoditizar o que é vendido e entregar além do esperado? Essa é uma busca diária, mas que tem que começar com uma base de dados completa e inteligente, capaz de transformar as informações em conhecimento. Capaz de - quase - adivinhar desejos. O bombardeio de informações - e a facilidade com que elas se dissipam - e o maior nível de exigência dos consumidores, exige das empresas uma análise mais profunda, que chega ao "comportamento de consumo". A tendência do chamado "customer experience" é o que tem ditado a regra do mercado recentemente: seduzir o cliente e permitir que ele experimente, teste e curta o momento é o que diferencia uma empresa das demais. E a tecnologia é uma das ferramentas indicadas para essa tarefa.

São as soluções de CRM (Customer Relationship Management) que oferecem as informações que as companhias precisam para criar essa atmosfera para seus clientes. O CRM coloca nas mãos dos gestores tudo o que eles precisam saber sobre o público com o qual dialoga. O cliente busca exclusividade, quer ser "lembrado". Portanto, o que quero dizer é que não podemos mais aceitar que, na décima vez em que fizermos contato com um call center, por exemplo, todas as informações pessoais precisem ser repetidas. Ou que, ainda, sejamos tratados como um "novo cliente" a cada compra que efetuamos na agência de viagens que frequentamos há anos. É obrigação da empresa conhecer o seu cliente, assim como ter todo o histórico operacional em mãos para melhor atendê-lo. Esse é o mínimo de cuidado que precisam oferecer.

Assim, uma base completa e unificada, compartilhada entre todos os departamentos, é fundamental, pois o conhecimento precisa ser registrado e transmitido, para que todas as áreas trabalhem em prol de um único interesse - o cliente. A geração Y está aí, dentro das empresas, assumindo cargos de gerência e diretoria, logo a contenção de informações não poderá mais ser justificada. Para eles, a palavra de ordem é compartilhamento, cresceram acostumados com essa troca e isso não será modificado no ambiente de trabalho. Habituados como estão com o mundo web, nada mais natural que as informações que fazem parte do seu dia a dia também migrem para a nuvem.

Para acompanhar essa tendência, o CRM também mudou de endereço e aderiu ao cloud computing. Agora, toda a base de dados de uma companhia pode ser colocada na web, por meio de soluções especializadas, que garantem praticidade e segurança, permitindo o acesso por qualquer pessoa habilitada, de qualquer lugar e dispositivo, sempre que necessário. Afinal, se a premissa de um bom relacionamento é a troca interna de informações, é salutar que esses dados estejam concentrados ao alcance de todos - não importa onde, não importa quando. Seu cliente também é móvel e ele quer ser reconhecido na concessionária de carros da marca X em São Paulo ou na Bahia.

E não espere começar a perder clientes para buscar a melhor solução. O consumidor quer que sua empresa se antecipe, você se lembra? Assim, não transfira a ele a responsabilidade de ser fiel ou não à sua empresa. Seja proativo e mostre que é seu interesse que ele fique e que, sempre - mas sempre mesmo - é uma grande satisfação atendê-lo.


*Sobre o autor: Daniel Huallem é CEO da BExpert.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Sérgio, o carneiro, e sua lã

Por Kelly Cavalcanti Gallinari  |  Ecoach

"Chegou o verão e Sérgio já demonstrava sinais de irritação. É nesta época que os criadores tiram a lã das ovelhas e Sérgio, o carneiro, um dos bichos mais velhos da fazenda, já não aguentava mais passar por isso. Anos após anos, Sérgio ficava peladão sem entender o motivo. Apesar da lã nascer novamente no decorrer do próximo ano, Sérgio achava tudo aquilo uma sacanagem das grandes, já que imaginava que seu dono fazia aquilo por diversão.

Sérgio, nu, não tinha condições emocionais de reivindicar nada.

Mas naquele verão, Sérgio decidiu mudar sua vida. Não queria mais passar por tudo aquilo. Daria algum jeito para não tirarem suas vestes. E assim, ele fez.

No dia do corte da lã, Sérgio de um jeito de sair da fila e se misturar aos bolos de lã que já haviam sido cortadas das ovelhas. Ali ficou, escondidinho até o anoitecer. Se saisse dali, os criadores viriam que ele era o único com lã e, na certa, fariam ele passar pelo corte. Assim sendo, Sérgio preferiu dormir ali mesmo até que pensasse em como fugir da fazenda.

O que não esperava é que o dono da fazenda levaria as lãs para serem vendidas ainda naquela noite e, juntos com as lãs cortadas, Sérgio foi para o caminhão que seguiria para a cidade.

Ao chegar na confecção que compraria as lãs, o caminhão passou por uma vitrine com roupas e acessórios lindíssimos. Na loja, tinha gente muito elegante vestindo roupas lindíssimas. Sérgio ficou tão encantado com o que viu que esqueceu de se camuflar no meio das lás e logo foi descoberto pelo dono da fazenda.

Como o dono da fazenda já havia feito a venda das lãs, não fez o corte de Sérgio, que ficou belíssimo naquele momento. A lã era dele, só dele.

Os meses foram passando e a lã da galera foi crescendo. As lãs novas eram lindas, vistosas e sadias. Sérgio notou que sua lã estava velha, feia e fedida. Já era tanta lã, que era fácil encontrar resquício de fezes e bichinhos. No outro dia, Sérgio foi se coçar e saiu um "furão" correndo, que tinha feito moradia por ali.

Sérgio lamentou-se com sua amiga Catarina, que disse ter satisfação em saber que produzia lã para que muitas pessoas pudessem ficar ainda mais bonitas. Catarina tinha prazer em doar-se para fazer o outro melhor. Sérgio lembrou-se da vitrine da loja da confecção. Era tudo feito com a lã das ovelhas. A amiga de Sérgio disse, ainda, que o corte fazia com que sua lã crescesse ainda mais bonita no próximo ano.

No próximo verão, Sérgio, que tinha lã para abastecer uma confecção inteira, viu toda sua veste ir para o lixo. Acumulou tanto que estragou. Não se renovou.

A ovelha Catarina era ela, sua lã e a vitrine. Que orgulho desta ovelha.

E Sérgio? Era só Sérgio e sua lã. Nada mais. Que triste."

Já se depararam com líderes que não dividem seus conhecimentos, informações privilegiadas com medo de que seus liderados se destacassem mais do que eles? Na maioria das vezes, acabam sozinhos. E pais ausentes, que minimizam seu dever de repassar e assegurar boas condutas com o objetivos de formar bons cidadãos? Não são bons pais e formam filhos despreparados para a vida.

Meu povo, doar o que há melhor em você é o mesmo que abrir espaço para a própria renovação. Acumular lã velha faz criar bicho, faz apodrecer. Ao passo que compartilhar te faz renovar. Quando você repassa um conhecimento, um alimento, uma blusa, o que for, você fica sem. Fica pelado. E te cria a necessidade de repor. E esta reposição é a chave da renovação, do seu crescimento. E o ciclo está criado: neste ponto, você está pronto para a próxima doação.

É gostoso acompanhar o crescimento, a maturação de alguém e perceber que ele veste sua lã, ver que você contribui. É bom ver sua lã na vitrine.

E não confundam: não é você na vitrine, é a sua lã.

Abraços e até mais.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Plano de carreira: como encarar o fato de não ter atingido um objetivo?

Por Viviam Klanfer Nunes  |  InfoMoney

SÃO PAULO - Para os profissionais que não elaboraram um plano de carreira, não faz muito sentido analisar se os objetivos e as metas foram alcançados. Mas, para aqueles que fizeram, como encarar o fato de um objetivo não ter sido atingido?

Embora o plano de carreira seja essencial para uma trajetória de sucesso, há diversos imprevistos no meio do caminho que podem desviar seu percurso. Esses imprevistos, que podem ser de diversas naturezas, como o  atrito com o chefe ou uma crise econômica nacional, podem mesmo fazer com que as metas estabelecidas não sejam atingidas. E é justamente por isso que eles devem ser considerados no plano de carreira.

Ao considerar os imprevistos, o profissional tem melhores condições de lidar com o fato de não ter conquistado sua meta. De acordo com a diretora da divisão Outplacement & Career Planning da Career Center, Claudia Monari, quando o profissional não consegue atingir uma meta, por conta de alguma inteferência externa, a dica é reajustar o plano e voltar rapidamente  a sua rota.

Na prática, se o profissional tinha estabelecido que em dois anos seria gerente, mas no meio do caminho, por conta de corte nos custos, a empresa desliga esse profissional, ele deve reajustar seu plano, aumentando o prazo para atingir tal meta, por exemplo. "O principal erro é engessar o plano de carreira", diz a consultora em Transição de Carreira, da De Bernt Entschev Human Capital, Leandra Cortelleti.

Flexibilidade
Como é muito provável que ao longo de uma carreira aconteçam imprevistos, o profissional não deve pensar em seguir a risca o plano de carreira que elaborou. Ele deve estar sempre analisando a dinâmica do mercado, observando as oportunidades e ir ajustando seu plano de carreira à medida que novos elementos forem conhecidos.

O plano de carreira é útil para dar uma visão estratégica da carreira, definindo metas e objetivos que se deseja atingir, porém, o "como" chegar até lá pode mudar muito. Por exemplo, você quer ser gerente, e insiste que essa posição seja atingida na empresa que trabalha atualmente. Caso a empresa não tenha muitas oportunidades, será pouco provável que você alcance a meta.

Isso quer dizer que, ao analisar a situação atual e ao observar que a empresa não te dará essa posição, pense no objetivo maior que é ser gerente e reajuste seu plano considerando outras empresas.

O plano deve ser revisto de tempos em tempo, principalmente, quando algum evento externo acontece. Mas se mesmo com tais revisões o profissional chegar no prazo estabelecido sem ter atingido determinado objetivo, é o momento de analisar o que deu errado e tomar algumas decisões.

Decidir, por exemplo, se quer ficar na empresa ou procurar outra oportunidade. Essa mudança implica em assumir riscos, pois nada garante que na outra empresa será diferente, mas faz mais sentido do que se acomodar em um lugar que não oferece perspectivas e não te ajudará a conquistar suas metas.

Os planos de carreiras são muito úteis na trajetória profissional, porém, é preciso considerar que ele deve ser flexível e que a carreira do profissional está nas mãos dele e não da empresa. Se seu trabalho atual não oferece o que você procura, a postura correta é buscar um lugar que ofereça e não culpar a empresa. "As pessoas devem ser mais responsáveis por suas carreiras", finaliza Leandra.
 

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Clima organizacional: responsabilidade do líder

Geralmente as equipes se isolam e dão valor somente ao seu trabalho. É necessário mostrar a importância de cada área da empresa.

Por Bernt Entschev*  |  Blog Vida Executiva  |  Portal Amanhã

Em todas as empresas, das pequenas às multinacionais, o clima organizacional é um dos fatores mais importantes para o bom desempenho e produtividade da equipe. E é justamente esse fator um dos maiores problemas que líderes de diversas empresas e segmentos precisam resolver diariamente.

Por mais que seja um assunto muito debatido no meio corporativo, ainda há muitos gestores e colaboradores que não entendem a importância de um bom relacionamento interpessoal e espírito de equipe que deveria permear as relações profissionais. Feliz ou infelizmente, a responsabilidade de criar um ambiente agradável de trabalho é da empresa e de quem está no comando dela. Os presidentes, diretores e coordenadores devem direcionar seus colaboradores quanto ao comportamento, valores e crenças da empresa para que todos estejam agindo e trabalhando de acordo com a cultura organizacional.

É claro que uma só pessoa não consegue realizar esse trabalho. Entretanto, existem algumas estratégias que ajudam a tornar o ambiente de trabalho mais harmonioso e colaborativo. Uma delas é o uso eficaz da comunicação interna. Comunicação fluida inter e intrassetores, ou seja, todas as áreas da empresa trabalhando juntas por um mesmo objetivo. Quando isso acontece, naturalmente diminuem as chances de problemas ocorrerem  e os resultados aumentam. Esse sentimento de equipe é cada vez mais importante uma vez que a competitividade do mercado de trabalhao forma pessoas individualistas que encaram o colego de trabalho como concorrência.

Além da comunicação, outro fator responsável dentro de uma empresa é a cooperação. O que geralmente acontece é cada equipe se isolar e dar valor somente ao seu trabalho. É necessário que o líder mostre a importância de cada área da empresa e como cada uma contribui com a outra. Quando isso fica claro para os colaboradores, o coleguismo e suporte aumentam, criando mais oportunidades para chegar a soluções eficazes.

Por fim, para alcançar esses resultados, o gestor precisa saber lidar com cada funcionário, respeitando as diferenças individuais, mas tratando todos com a mesma importância. Mais que isso, além de saber liderar, deve saber ser liderado, afinal, todos nós, em algum momento, exercemos os dois papéis. Isso envolve saber dar e receber feedbacks, já que isso é parte fundamental das relações profissionais.

É muito importante que os líderes tenham consciência da importância do trabalho em equipe e da cultura organizacional e não deixem o relacionamento entre a equipe em segundo plano, pois isso afeta diretamente os resultados da empresa. Trabalhar em equipe não deveria ser um problema, mas sim uma solução.


Sobre o autor:  Bernt Entschev é presidente da De Bernt Entshchev Human Capital. Headhunter, trabalha na área de Executive Search há mais de 20 anos. Autor do livro "Executivos, Alfaces & Morangos", Bernt também atua como conselheiro de diversas instituições.